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29.3.16

Quartos montessorianos

Adoro o conceito e a filosofia por trás da decoração montessoriana, inspirada na médica e pedagoga italiana Maria Montessori.

Montessori acreditava que a casa não deve ser para crianças, mas das crianças, ou seja, não organizada para a sua chegada, mas estruturada a partir de sua criação. Assim, quando falamos numa decoração montessoriana, temos que ter em conta que o espaço é para uso do bebé e não dos adultos. A decoração não é apenas decoração. A prioridade é a liberdade que a criança deve ter para que possa desenvolver a sua criatividade.

O espaço deve ser pensado para que a criança fique segura e livre ao mesmo tempo. Como o objectivo do quarto montessoriano é promover a autonomia criança, esta deve ser sempre supervisionada, apesar do ambiente seguro (sem tomadas ou áreas pontiagudas).

Apesar de eu ter estudado a filosofia e pedagogia montessoriana na faculdade, nunca mais me lembrei dela. Infelizmente, também o quarto da Mia foi pensado nas nossas necessidades e não nas dela. Também não foi muito problemático porque ela ainda não dorme no seu quarto.

O mais interessante é que não é preciso grande investimento para montar um quarto montessoriano.Aqui ficam algumas dicas:

- colchão no chão ou cama muito baixa para que a criança possa entrar e sair quando quiser;
- os brinquedos e livros devem ficar acessíveis à criança;
- espaço livre para que a criança possa explorar e brincar;
- espelho ao nível da criança, bem fixo à parede, para que se possa ver;
- barras na parede para que a criança possa começar a andar sozinha sem a ajuda dos pais.

Deixo aqui algumas ideias e espero que possam inspirar-vos!


































Imagens: Pinterest

25.3.16

Quinta-feira Santa

Estava a contar que a Maria Victória nascesse a 13 de Maio. Quis nascer, ou melhor, o obstetra fez com que nascesse no dia 17 de Abril. Quinta-feira Santa, no ano de 2014. Para mim, é mais um motivo para celebrar o nascimento da pessoas mais importante da minha vida. O dia estava como o de hoje, solarengo, apesar de mais quente. Eu sabia que o dia em que ela nascesse seria especial por ser o seu dia. Não sabia que Deus haveria de a abençoar com um dia sagrado. É, de facto, uma criança abençoada. E eu sou uma mãe muito grata por Deus me ter confiado esta menina. Comprometo-me a fazer de tudo para que seja sempre feliz. É o mínimo que posso fazer por ter recebido tamanha benção. 
E as quintas-feiras santas (já lá vão 3) passaram a ser ainda mais especiais. 

22.3.16

Mia e o chocolate

Não foi há muito tempo que descobriu o sabor do chocolate. Achei que não a devia privar desse prazer, apesar do açúcar e gordura que habitualmente os chocolates têm. Fica sempre neste estado, por muito pequenina que seja a dose. Um bocadinho não faz mal a ninguém. 



29.2.16

A treinar para subir às árvores. 

28.2.16

Manhãs preguiçosas

Ontem, amanheci com uma borbulha monumental no queixo. Quando a Mia acordou e viu aquilo na minha cara, soltou um: "Óooooo, pintinha!". Foi querida. Reduziu aquela monstruosidade a pintinha. 
Assim que a Mia acorda, começa logo a falar. Fala, fala, fala. Habitualmente, chama por mim e depois começa a desenrolar os nomes de toda a gente que conhece. Hoje, assim que terminava uma frase, acrescentava: "Não é?" E esperava que eu respondesse.
Esta menina está a deixar de ser um papagaio. Esta fase é definitivamente surpreendente. São surpresas a toda a hora! 

26.2.16

Tira o dedo do nariz

A Maria Victória já sabe tirar macacos do nariz. Não sabe o que fazer com aquilo, então vai entregar à pessoa mais próxima e diz "Maco". Hoje, a vítima foi a avó. 
Antes, quando estava mais aflitinha, mexia no nariz por fora, ou aproveitava o facto de estar no colo para esfregar o nariz no meu ombro. Tive algumas surpresas coladas às minhas camisolas. Mas agora, já sabe meter o dedo no nariz e resolve ela própria o problema. Espero que não se lembre de meter à boca, mas também já li um artigo a defender que comer macaquinhos era bom para as imunidades. 

17.2.16

22 meses

E dois galos na testa. A actividade física da Maria Victória está ao rubro é isso deixa marcas no corpo. Chora sempre um bocadinho mas logo começa a cantar "cocorococó!", em alusão ao novo galo. 
Nesta fase, estou completamente apaixonada pela minha filha (como se nas outras fases não estivesse...). A verdade é que o que mais me fascina é o que diz. Fala imenso, repete muitas coisas, ouve palavras uma vez e não esquece (claro que isso pode ser muito mau, no caso dos palavrões). Eu adorava ter tido a iniciativa de anotar tudo o que ela diz. Não o fiz e agora arrependo-me. Agora, já vou tarde porque já diz quase tudo. "Olá, usho, tá bom?" "Olá, usha, tá boua?" "Ó, vida!" "Ó, vido!". Já entende o feminino e o masculino e é engraçadíssimo como procura aplicá-los a tudo. Já sabe o nome de toda a gente da família. Tem alguma dificuldade em pronunciar os Rs e Ls, por isso eu sou a "Maua" (Mara) e a minha mãe é a Vovó Uiuí (Lili). 
Para já, a minha menina é muito menina. Adora saias e fica a ver-se ao espelho, fazendo poses e diz adeus e ri-se toda para a sua imagem. Tudo isto é espontâneo, dado que ninguém a ensinou a ser assim. Anda sempre à procura de sapatos do papá ou da mamã para calçar e até meias lhe servem. Vale tudo para andar enfeitada. 
Gosta de lavar os dentes, mas lava-os muito mal. O que ela gosta mesmo é de chupar a pasta de dentes e roer a escova. 
Finalmente, a mais recente actividade preferida da Mia é o banho. Parece incrível como há uns meses atrás eu andava aflita porque ela tinha medo da água. Consegui conquistá-la com brinquedos e a minha companhia no banho. Depressa deixou de precisar de mim e passou a ansiar pelo banho. Todos os dias, várias vezes por dia, pede o dito banho. Toma banho dia sim, dia não e é um castigo para a tirar da água. Sai sempre a resmungar. Mete os frascos todos na banheira, o pato, a tartaruga, o polvo, o livro... E saiam da frente quando resolve chapinhar na água. 
Eu trato a Mia por bebé mas o bebé está a dar lugar a uma menina. Já faz xixi no potinho, avisa-me do cocó, está a ficar cada vez mais independente e o meu bebé é cada vez mais uma recordação. O meu maior prazer é vê-la crescer feliz,  sem pressões, sem pressas, sem expectativas, com muito colo (e as minhas costas queixam-se muito), muitos beijos, muito mimo, e regras e rotinas. Eles precisam de rotinas e somos nós que temos que lhas proporcionar. E as regras nada têm a ver com falar alto e dar palmadas. Basta ser firme e dizer Não com todo o carinho. Custa muito, mas é o melhor para os nossos filhos. Ainda estou a aprender.
Agradeço a Deus ter-me posto esta menina na minha vida. Durante muito tempo, dizia que era minha. Hoje sei que é um empréstimo divino e que o meu trabalho é fazer com que tenha uma vida feliz. A minha já é. E sou grata por ela todos os dias da minha vida. 




5.2.16

Carnaval 2016

Apareceu-me uma ovelha no jardim e está a comer as flores todas. 





7.1.16

E quando levamos os filhos ao hospital sem motivo?

Tinha eu uns 11 anos quando soube o que era um hipocondríaco, pelas palavras de Júlio Dinis n'A Morgadinha dos Canaviais. Muitos anos mais tarde, não tive dúvidas em identificar-me com essa condição. Passei a minha gravidez a ver vídeos sobre partos (normais e cesarianas), doenças que surgem na gravidez, problemas, tudo o que pudesse surgir. Preferi ler sobre tudo isso do que ficar a pensar nesses assuntos sem informação. Tento, sempre que possível, ler artigos científicos e não me limitar ao Google, já que pode ser pior a emenda que o soneto.
Sempre tive algum receio que a minha filhota fosse vítima deste meu desvio, que eu ficasse obcecada com o seu bem-estar e saúde e que isso a prejudicasse mais do que ajudasse. Para minha surpresa, até hoje tenho sido bastante relaxada. Mantenho-me muito atenta a tudo, conheço bem a minha filha e facilmente detecto quando algo não está bem. E deixo os médicos tratarem dela, como tem de ser.
Nestes 20 meses de Maria Victória, pude pôr-me à prova algumas vezes e portei-me exemplarmente: constipação com 1 mês, eritema súbito, gatroenterite (com estadia no hospital) e herpangina e algumas situações mais corriqueiras menores. Valeu-me quase sempre a Saúde 24 para me ajudarem a avaliar cada situação e evitar idas desnecessárias à fábrica de bichezas perigosas, também conhecida por hospital.
Por outro lado, fui capaz de perder toda a compostura com um corte superficial no pé da princesa no último verão. Ela tinha passado a tarde nos avós e, quando fui buscá-la, começou a chorar e a apontar para o pé. Os avós disseram que ela tinha partido um parto, mas estava calçada quando isso aconteceu. Procuraram se havia algum vidro no pé, mas não viram nada. Tirei a sandália e vi na planta do pé, mesmo numa ruguinha, aquilo que me parecia um corte, com sangue. Ela percebeu a minha aflição e continuou a choramingar com mimo. Entrei em pânico e corri com ela para o hospital. Não lavei o pé, não avaliei a situação, corri para o hospital pois só achava que tinha algum vidro alojado no corte. Ela parou de chorar assim que entrou no carro. Quando lá chegámos, não era nada e o corte só estava na pele. Não havia vidro algum. Levei com os risos condescendentes das enfermeiras e não me livrei de um raspanete, com toda a razão. 
Acho que todos os pais têm tanto medo que as crias fiquem em perigo que fazem estes disparates sem sentido. 
Conheço casos tão engraçados quanto o meu. Uma amiga minha levou o filhote à urgência porque ele estava a tossir. Outra porque o bebé tinha o nariz entupido. Até podemos criticar, mas não conseguem entender a aflição? Acredito que, com a experiência, todos aprendemos a lidar com estas situações e a avaliar a gravidade das mesmas. E continuo a crer que a intuição de uma mãe vale por muitos exames. 

5.1.16

Os bebés na Internet

De vez em quando, lá vem alguém falar-me dos malefícios de partilhar imagens dos filhos na Internet. Até há alertas institucionais sobre o assunto. 
Eu sou mãe de uma bebé de 20 meses e partilho fotos suas na minha página do facebook e até neste blogue. Tendo a minha filha 20 meses não me ocorrem grandes perigos a que ela possa estar exposta. Claro que há sempre a possibilidade dela, um dia, não aprovar o que fiz com a sua imagem. Tento não colocar imagens que a possam envergonhar, mas espero que ela compreenda que tudo isto começou por ela e é para ela. A minha maior preocupação na vida é zelar pela felicidade e bem-estar da minha filha, mas custa-me perceber como poderei estar a prejudicá-la ao mostrá-la ao mundo com tanto orgulho. 
Quando penso em bebés e crianças em perigo, ocorre-me logo uma série de casos mais recentes. Todos os abusos, agressões e, mesmo, homicídios foram cometidos por pessoas supostamente insuspeitas: pais, padrastos, avós, amigos da família, professores, explicadores, monitores, padres... Esta gente de confiança foi é capaz dos piores crimes contra os seus bebés. Têm a certeza que o perigo está no Facebook ou na Internet? 
Depois penso em adolescentes e pré-adolescentes (também eles crianças) e aí mudo completamente de opinião. Com a conivência dos pais, criam contas em redes sociais (só permitidas a partir dos 16 anos) e, se não forem devidamente controlados e supervisionados, podem estar expostos a perigos. 
Bons pais erram, claro, mas devem estar atentos a todos os perigos. Sejam na Internet ou dentro de casa. 

30.12.15

Natal 2015

Tinha tantas expectativas com este Natal e tudo foi falhando. 
Com 20 meses, esperava que a Maria Victória já se pudesse entusiasmar com o Natal. No ano passado, com 8 meses, tudo lhe foi indiferente, apesar de toda a decoração e sessão fotográfica natalícia.
Este ano, fomos adiando a árvore de Natal porque já sabíamos que não ia durar 10 minutos em pé. Ainda assim, no ano passado, veio abaixo graças aos nossos filhotes felinos. Resolvemos, então, fazer a árvore de Natal no escritório. É uma área onde passamos menos tempo e a árvore ficava menos exposta a ataques dos gatos e da Maria Victória. Enquanto preparava a filhota para dormir, o pai decorou a árvore com tudo o que havia em casa. Escusado será dizer que, no dia seguinte, tirei estas fitas da nossa infância de que ele tanto gosta. Mas o que fez a Maria Victória saltar de alegria foram as Bolas. Quais luzes, quais quê! E era um castigo para a afastar das bolas. Arrancou uma série delas, tal como era esperado. Na zona inferior da casa, fizemos uma pequena árvore com presépio e a vítima foi o Menino Jesus. Desde que foi apresentado ao Jesus em Agosto, na minha aldeia, que ficou fascinada. Consegue identificar imagens religiosas e chama "Jesus". Em Setembro, estávamos numa esplanada e passou uma procissão e lá foi ela a correr atrás do Jesus. E, pronto, cá em casa o Jesus não tem descanso. Já lhe disse que é um bebé e que está a dormir, mas ela faz questão de ir lá pegar-lhe. Já partiu um presépio dos avós. Não sei com idade é que as crianças conseguem apreciar a beleza das decorações de Natal sem lhes tocarem, mas anseio por esse dia. 
Comprei roupa especial para esta quadra. A tia ofereceu-lhe um vestido muito bonito. Pensei em fazer uma sessão fotográfica, como no ano passado. O pai foi logo avisando que não queria nada disso, que não gosta dessas coisas. Fui adiando, não marquei nada. Entretanto, ela ficou doente com uma constipação e eu fiquei cheia de trabalho. Não há registos de jeito deste Natal. E fico furiosa comigo quando penso nisso. O melhor que lhe posso deixar são estas memórias e não tenho nada deste Natal.
Muitas vezes tenho pouco tempo. O que opto por fazer é usar esse pouco tempo e passá-lo com a minha filha. Nessas alturas, não há facebook, nem blog, nem fotos. Acho que esse vínculo é até mais importante do que o resto. Prefiro assim. 
Este Natal foi assim. Sem registos, com ela. 
Passámos a noite da Consoada com a família do Pai. Foi muito bom ter uma criança a animar a noite. Foi ela que distribuiu os presentes e até dizia "Obrigada" quando os entregava. Os presentes dela foram recebidos em dias diferentes. Nessa noite, recebeu um livro, uma almofada fofa, mais um brinquedo e roupinha gira. Em casa, tínhamos mais roupa e mais brinquedos que abrimos na manhã de Natal. No dia de Natal fomos a casa da minha mãe e do meu pai. Ainda havia mais alguns presentes reservados. Notei que tinha mais vontade em entregar presentes do que em receber e isso deixa-me muito feliz. Não queria criar a minha filha no consumismo e na futilidade. Receio que seja muito difícil por ser a única criança na família. Por muito que eu tente controlar estas coisas, como posso eu evitar que outros membros da família a encham de presentes? Apesar de eu não querer que ela acumule bens materiais, posso retirar esse gosto a quem lhe quer bem? 


22.12.15

Unhas a cair

Há umas duas semanas, notei que a unha do polegar da minha Maria Victória estava estranha. Parecia que estava cortada na base. Pensei logo que se tinha entalado nalgum sítio, apesar de ninguém ter notado nada. Também não havia trauma, alteração de cor e não lhe dói. Passados uns dias, uma nova unha nasceu por baixo da que se está a soltar. Entretanto, na outra mão, mais uma unha se está a soltar e as restantes estão com áreas mais esbranquiçadas. Dá dó só de ver, mas não me parece que lhe doa ou lhe cause desconforto.

Segundo o que pesquisei, umas semanas após a Herpangina, é comim as unhas dos pés e das mãos caírem. Nasce uma nova unha e fica tudo normal.

16.12.15

O primeiro palavrão da Maria Victória


Imagem: Pinterest

Nos últimos tempos, a minha princesinha tem-nos deliciado com imensas palavras novas. Todos os dias é uma surpresa e fico sempre incrédula com a capacidade que estas crianças tão pequenas têm de absorver tudo à sua volta.
Recentemente, brindou-nos com um "Bigada" sempre que lhe passamos algo para a mão. E di-lo com toda a naturalidade, como se sempre o tivesse dito. Eu sempre faço questão de lhe dizer estas palavras, mas nunca pensei que as fosse aplicar tão bem. Também diz "Ó, não"! Mas já reparei que nos desenhos animados dizem isso a cada 30 segundos... "Ó, vida!" também é muito bom, mas não sei de onde veio, já que não é expressão muito usada por aqui.
Hoje, aconteceu o já há muito temido e esperado.
Enquanto estávamos nas brincadeiras antes de ir para a cama, o pai via qualquer coisa no telemóvel e soltou um descontraído "Que pu...!". Ele não terminou a palavra, mas a Maria Victória, sim. E sai-se com um "puta" e, não satisfeita, repete "puta". Tentámos ignorar, não valorizar, pois já sei que se sente que achamos piada, vai sair-se com essa a toda a hora. Tive que me afastar para chorar a rir. Juro que nunca esperei que isto acontecesse assim.
A conclusão a que eu chego, apesar de já saber isto na teoria dos livros de pedagogia, é que estas crianças são esponjinhas. Absorvem tudo e é nossa responsabilidade orientá-los para que absorvam o melhor que o mundo tem. Muito honestamente, talvez por ser Transmontana, não considero que os palavrões que dizemos como forma de aliviar a tensão ou quando nos magoamos sejam muito maus. Há uma descompressão sempre que os dizemos! Os palavrões usados como ofensa, sim, são maus e devem ser recriminados. Mesmo a bonecada que os miúdos vêem na TV deve ser supervisonada por nós. Não pode servir apenas como hipnótico enquanto preparamos o jantar. Convém que aprendam alguma coisa com isso.
As crianças aprendem mais com o que nos vêem a fazer do que com o que lhes ensinamos. Não podemos esperar que os nossos filhos gostem de livros, se não vêem os pais a ler ou não há livros em cada. Não podemos esperar que os nossos filhos não digam palavrões, se nós os usamos. É o exemplo que mais marca as crianças.
Hoje, ri-me imenso com o palavrão, mas fica a lição!

5.12.15

19 meses

Hoje lembrei-me que não escrevi nada sobre os 19 meses do meu tesouro. Calhou precisamente nos dias em que estava agendada a mudança do blogue do sapo para o blogspot e não queria que o post não ficasse gravado. Depois, fui adiando.
Agora, que estamos só as duas em casa, protegidas pela Tonicha e pelo Joaquim, e ela dorme tranquila no meu colo, apetece-me escrever sobre ela. 

- gosta de leite à temperatura ambiente 
- não gosta de leite morno ou quente
- gosta de queijo
- gosta de pão
- gosta de água 
- gosta de petiscar a comida dos outros
- gosta de estar sentada na cadeira da mãe 
- gosta do Jesu(s)
- gosta do "Noné" (Ganesh)
- não gosta de fitas no cabelo
- não gosta de sentir o cabelo nos olhos
- gosta que lhe penteiem o cabelo 
- gosta de pôr perfume
- gosta de usar a sua pulseira 
- gosta de dormir com a mamã e o papá 
- gosta de fazer "titão" (=dlim dlão) em qualquer coisa que esteja pendurada
- gosta de sentar-se ao colo do pai quando ele está no carro e fazer "vrum vrum"", enquanto gira o volante e mexe na manente da velocidades 
- gosta de tocar à campainha
- gosta de acender e apagar luzes 
- gosta de comer comida de gato
- gosta de varrer o chão 
- não gosta de barulho 
- não gosta de ser solicitada por muita gente ao mesmo tempo
- gosta de andar em bicos de pés 
- gosta de andar de baloiço
- gosta de escorregas 
- gosta da Minnie
- gosta do Panda e os Caricas 
- gosta de dançar ao som de música "pimba" dos programas da tarde do fim‑de‑semana 
- não gosta de deixar a mamã 
- não gosta de ser incomodada com nada quando tem sono 
- gosta de falar com a mamã ao telefone, mas apenas por 5 segundos
- gosta de falar pelo FaceTime 
- trata todos os avós por Vovô e Vovó, mas também chama Mãe à minha mãe
- gosta de provar a colher depois da mamã terminar a cevada
- gosta da massa da piza
- gosta de se pendurar no sofá
- gosta de bebés e "minos" e "minas"
- gosta de fazer cavalinho em qualquer pé que esteja a jeito
- gosta de se ver ao espelho e faz poses
- gosta de tomar banho com a banheira cheia de brinquedos e frascos de champôs e do que houver 
- gosta de pôr o pé em cima de tudo
- gosta de livros
- gosta de bolas
- gosta de bichinhos
- não gosta de ser medida e pesada no médico 
- não gosta de enfiar camisolas pela cabeça
- gosta de desligar o computador da mamã 
- gosta de acordar o papá, abrir-lhe os olhos, puxar-lhe o nariz e o cabelo
- gosta de mexer na box da TV e da net
- gosta de abrir gavetas e tirar tudo para fora
- gosta de saltar na cama 
- gosta de colinho
- e gosta de tantas outras coisas que eu podia ficar aqui toda a noite a falar do meu amor.