31.3.20

Mãos suaves

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1unDtjpkzBzncICp5I-uPoOFiaqg3WjyM

Numa altura em que temos que lavar tão bem as mãos e tão frequentemente, é importante usarmos os melhores produtos. Sem termos que vender um rim, claro.

Como estou quase sempre em casa, raramente uso soluções alcoólicas. No entanto, uso um detergente com lixívia para limpar as embalagens que vêm do exterior e para limpar as superfícies. As mãos ressentem-se imediatamente. 

Trouxe da casa de banho, o sabonete líquido da LR. É na cozinha que passamos mais tempo e onde lavamos mais as mãos. Acabei de comprar a recarga. Não passo sem ele. 

Também uso com frequência o creme de mãos LR. Este já tem algum tempo, nunca mais acaba. Comprei mais 2 unidades porque não quero arriscar a ficar sem creme. 

São dois produtos que fazem toda a diferença. Vamos ter esta rotina de lavar as mãos constantemente durante muito tempo. Temos que poupar as nossas mãos porque não fazemos nada sem elas.



29.3.20

Treinar a atar os atacadores

Os mais pequenos já podem treinar a atar os atacadores:
- 1 atacador
- 1 folha de cartão
- furos (eu fiz com uma caneta, por isso estão muito mal feitos)
- e pô-los a treinar 

(A Maria Victória anda viciada e agora já ata os meus atacadores 😂)


28.3.20

O cinema mudo de Charlie Chaplin

Realmente, há coisas boas que podemos retirar deste tempo difícil de quarentena. No outro dia, a propósito de uma pergunta qualquer que a Maria Victória me fez, falei-lhe no Cinema Mudo. Como há 100 anos, as personagens dos filmes não falavam, apenas havia música e uns sons. Lembrei-me, então, que aos sábados, o meu pai trazia-me sempre um filme do videoclube. Vi todos os filmes do Charlie Chaplin e, como verdadeira fã, até tive um cãozinho muito estimado chamado Charlot. Estava decidido: íamos ver um filme mudo! Fui ao YouTube e o primeiro que me apareceu foi o “The Kid” de 1921 e pareceu-me perfeito. Começou logo mal. O miúdo é abandonado num carro em frente a uma igreja pela mãe, pobre, que tinha a intenção de se suicidar. O carro foi roubado por uns ladrões e Charlot acaba por ficar com o bebé. É um filme muito engraçado, mas explora a miséria humana, inspirada também na infância de Chaplin. Foi complicado explicar muita coisa à minha filha tão pequena. O filme é, de facto, engraçado mas é muito perturbador. Ela ficou muito incomodada com o bebé abandonado... “que a mãe não devia ter abandonado o bebé”, “pobrezinho do bebé”, “as mamãs não abandonam os bebés”, etc. Ainda não sei bem se devo expô-la a estes dramas ou se devo mantê-la numa bolha de proteção. Ver este filme serviu para para dar a conhecer à minha filha várias coisas: 
  • Viu imagens com quase 100 anos;
  • Percebeu que houve uma evolução nos filmes. As coisas não foram sempre como são agora;
  • Conheceu um dos maiores mestres do cinema - Charlie Chaplin 
  • Percebeu que nem todos são privilegiados como ela;
  • A importância do amor;
  • Partilhámos um momento.
Estará para breve outro filme. 


Vida de sopeira

Antes em casa a levar vida de sopeira do que estar num hospital, já sei. Mas preciso de me queixar um pouco.
Dizem-me que passo o dia a falar em comida. É verdade! Acabo de fazer uma refeição, arrumo tudo e já tenho que planear a próxima. Cá em casa, ninguém me dá ideias e custa-me mais pensar no que fazer do que realmente fazer. Esta é uma nova rotina para a qual nunca me preparei convenientemente. Fazíamos muitas refeições nos meus sogros, outras vezes jantávamos fora ou íamos buscar comida. Ou seja, só cozinhava de vez em quando e não era nada complicado saber o que preparar. Agora é gerir as refeições principais, gerir recursos para evitar ir ao supermercado desnecessariamente, fazer snacks e bolos com a miúda... só me falta fazer pão. E só ainda não fiz porque não tenho fermento. Mas entretanto já descobri que dá para fazer fermento em casa. E pronto, é isto! Eu que sempre abominei tarefas domésticas, estou um ás na cozinha. A minha vénia a quem acumula toda esta realidade, que nos dias de hoje não é exclusividade minha, com o trabalho em casa. Não me refiro àqueles que fazem de conta que trabalham em casa. Falo dos que efectivamente têm que trabalhar em casa, com filhos, refeições e máquinas de roupa à mistura! Boa sorte para todos nós. 


A minha vista nos últimos tempos.

26.3.20

Materiais para pré-escolar

Tantos dias seguidos em casa e começam a faltar recursos para entretermos os mais pequeninos. Os maiorzinhos sempre vão tendo trabalhos da escola, mas com as crianças em idade pré-escolar é importante diversificar actividades para que não se aborreçam e não nos aborreçam, convém dizer.

Encontrei um ficheiro, criado por uma educadora brasileira, que disponibiliza mais de 170 páginas de acividades. Usem, adaptem, partilhem.



25.3.20

A Força do Hábito

Ou o poder do hábito em Português do Brasil. Este livro de Charles Duhigg explora a ciência por trás da criação e reforma de hábitos. Este livro é obrigatório para quem quer mudar maus hábitos. 
Podem adquiri-lo na Wook ou na Fnac, ou podem ler esta versão brasileira gratuita online.